Impaz-ciência c'est moi quando todos querem calma
Silhueta, lágrimas e quedas. A comunicação nunca foi problema, sabe.
Problemas tomaram corpo ligeiro, mas agudo, sabe. O coração feliz com migalhas de uma vida. Uma riqueza essa ferida. Não pobreza, pobreza é o outro lado do lago, onde os patos são mastigados cruamente por bestas da ilusão. Penas, as minhas te regalo.
Paz ciência é o caralho.

Em casa de Exu não se pede.
Morrer de solidão, tu não merece.
Entra, deita e padece.
Com nós desfeitos, tu enlouquece.
Quero o gigante na porta da frente, sem vacilo, sem meia-bomba, sem egoísmo oportuno. Quero casa, skate, praia, livro, tarde, cornetas, camarão verdinho, vira-lata, cachaça, vestidinho, sinceridade, música, muito agradinho. Quero distância geográfica das gravatas, das ciscadas, dessas malditas escadas.
Personalidade ciclone, sem paz ciência.
Ansiedade, preciso de.
Escrito por Camile Spring às 16h55
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