Flores y vermes en la calavera del tiempo
Polizia, we came to take your jobs away nóis vei pá roba tudo, pó fica coas mesada que o governo dá pá nóis vortá. Que chinga la migra, we´re gonna be the polizia polizia polizia. Vamo acordá, vamo acordá, porqua o sol não espera, demoro, medodeque, azul loco, vê, sou tu nessa guerra, polizia, preguiça inimiga vitória, fraco sem espaço y covarde morto nem tentô aê. Sarajevo, Haiti é aqui, vamo acordá chatzie, mi vida.

Chinga la migra y reza cabrón, que me muero de hambre pero aqui me quedo hasta que las flores y los vermes vivan en libertad en la calavera del tiempo. That´s why the polizia now “R” us, eso és hermanos Kultur Shock gypsy metal came to take your fuckin jobs away, fuckin plummer, dyou love America? Oooh. Pega eu mas acorda ants, medodeque, azul loco, não vê? Zapatista, Sandinista, Zumbinista, Villistas, Vietnamitas, Osvaldão, Prestes, Cangaço, Lampião, Antonio Conselheiro, Lamarca, Panteras Negras, saca o céu?
Sim, eles também tentaram um dia, chanson da Nação já gritava, vê. Bóia fria da porra polizia mata hermano, gypsy lê a borra. Emos muertos, emos muertos, emos muertos porqua usam cinto de rebite igual aos rockers, rockers, franja de rocker. Lágrimas sim. Ayudame justiciero cha cha cha que ya nada puedo dar. Sô mais Arnaldo que Rita, chata para caráleo, ê Braza, pátria amada e estuprada às margens plácidas, um povinho heróico que brada com retumba em ignorância y desplacer. A última moda é odiar emos, a moda também é ser triste e grudar a franjola com cera e suor na testa, mas a regra básica, não se esqueçam, é ser sempre burro. Tudamémacoisa.
Polizia, Sarajevo dissimulado nos atrai nos deslumbra e estimula a grandeza épica de um povo em formação. One little Two little Three little putos, não importa nada.
Ninguém é cidadão.
Escrito por Camile Spring às 18h03
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Multi Kontrol Culti – porqua tantas bestas n’aquário?
Ele grita “desde que você se julgue normal, é preconceituoso”. Santo, mas ser normal não é crime, embora inexista. A vaidade é uma atribuição engraçada. “Desde que você use negro neste verão, é submisso”. E submissão é escolha? Porque usar negro é, mas acolher sempre vontades alheias seria falta de auto-instrução, opinião própria, quem saberia dizer?
É Fácil ser sempre vítima. Difícil é passar a mão na bunda do guarda.
Bundas Brancas correm assustadas com medo de seus próprios desejos, atrás do sacrifício de qualquer vida feliz que paire naquela esquina. A mesma que amanhã será referência para o crime brutal de autoria P3B (Poder Bunda Branca Brasileira), carente de muita lição de casa e aula de história. Violência gera violência, sim sabemos, é por isso que deveria haver um grande movimento para enforcar membros do P3B em praça pública. Crime ou reação, resposta criminosa, reação irracional, Talião, paciência. Perdoname dona Sheila com seus códigos de cultura de paz, que em sua maioria têm parceria minha, perdoe-me Gandhi, lama Gangchen ou qualquer outro líder que acredite em não-violência como chave para todas as portas. É com tristeza que penso naquelas que todavia hão de ser arrombadas à força.

Queria ver Bunda Branca experimentar metade da alegria de uma acalorada noite à beira de um belo samba-Diplo-funk-maracatu-Sivuca-Petra rodando-pés descalços-cerveja gelada-caldinho de Barretinho-muito abraço.
Metade dessa alegria nunca seria Bunda Branca, senão invídia e dor.
Ódio de não conseguir enxergar cores pela triste ótica em branco-e-preto.
Vida sem sorriso, ensaios de melancolia incolor...
Escrito por Camile Spring às 16h03
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