Na Carruagem com Philip Glass aux Fantôme Conducteur

Mãos envelhecidas pelo frio despertam a somas do tempo de mis hombres,
subtraída pelos meus vinte anos probos de Gracias a La Vida Que Me Ha Dado Tanto. Voraz Cardisplicencia acompanha Philip Glass em sua jornada por dentro da pele, em uma luxuosa carruagem conduzida por bíbulo fantasma; bruto guerreiro do silêncio. Ressaca de palavra, pérvio de arávia.
O que sussurram as respostas descobertas pelo infinito das garotas paulistanas,
seja no interior delicado de suas saias,
seja pela doce grosseria de suas falas?
O que dirão os malditos playboys se em qualquer milésimo de segundo forem regalados pela fronteira da loucura, sem ainda poder esconder sua CONSCIENTIA FRAUDIS nas diesel algibeiras, fetichismo torpe sucedido d’Homo Plastis desprovidos de lenha. Truz de madeira.
Não sofri nem chorei quando vi a pequena menina beber suco de crânio triturado, Alice do caráleo. No mesmo dia deu-se o pertuito da POLOGRAFIA: perpétuas descrições do céu, ele pra mim. Ele para mim. E eu pra quem, Para alguém? Para.

Madeixas curtinhas tocam a grama-rouge quando ela permanece mais de duas vibrações olhando para baixo TENTANDO LER O QUE ESTÁ ESCRITO EM LINHAS COMPRIDAS DEMAIS, macróstico quintal da vida. Serzinho sinistro esse que espreita ao seu lado, percanço de homem acorrentado. Sentada jaz também uma Mãe de Santo coroada por uma japonesa esguia que aos seus olhos caídos nunca parou de cuspir. Sagrado encanto.
Tornozelos Torneados Pelo Salto Alto retribuem (un peu)
a Chatice Exacerbada das Mulheres.
Escrito por Camile Spring às 14h34
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