Degolaram cabeça, Deram-me pernas: O Cangaço Eterno.
Bezouro, Moderno, Ezequiel, Candeeiro, Ceca Preta, Labareda, Azulão, Arvoredo, Quina-Quina, Banananeira, Sabonete, Catingueira, Limoeiro, Laparina, Mergulhão, Corisco
Volta Seca, Jararaca, Cajarana, Viriato, Gitirana, Moita-Brava, Meia Noite, Zabele

Quando Degolaram Minha Cabeça
Passei Mais De Dois Minutos
Vendo Meu Corpo Tremendo
Quando Degolaram Minha Cabeça
Passei Mais De Dois Minutos
Vendo Meu Corpo Tremendo
E Não Sabia O Que Fazer
Morrer Viver Morrer Viver.
Escrito por Camile Spring às 12h34
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Coelibes esse prohibento pour Moi
Fases interdependentes que formam a (seqüência de imagens chamada) vida só são possíveis em movimento constante que sofre mutações consideráveis pela física quântica de captações energéticas nada místicas, mas sintéticas, efetivas. Pensamento-palavra-vontade-guts: singelas ferramentas dorsais de um organismo colossal Fluxus Deus Ex Machina, e quem regulas defaecare que tente delirar a própria fraude, bando de excrementos da existência.
Culpa ubi non est, nec poena esse debeT. Onde não existe culpa, não deve haver penA, inspira o autêntico avô comendador, guerreiro nato de combates da língua, peregrino mestre de mil tribos, orador de discursos ditados pelo coração: escala sênior na brava saga de maluquices assumidas, consumidas e reinventadas pela minha família. Quem conhece, sabe.
Pois saúde às mudanças de ciclo e ao cuidado das flores colhidas em outrora. Mente clara, vista limpa, sem precedentes atormentáveis e burocracias da ignorância. O pogo chega ao fim, agora a vista do novo caminho parece ter pulado de fantástica fábula infantil, fartura de cores. Bora lá.
Obrigada por tudo, mãe. Exemplo de força e resistência da isle d'femme, Iansã da atual dimensão.
Obrigada.
Escrito por Camile Spring às 22h47
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