Não pra fugir, nem cair da janela.
Tudo é nada, porque.
Como o belo filho de Laerte: As pessoas cara-de-mão matam. Sugam o indivíduo, fazem com que ele pule na janela da igreja. A Fuga visceral de medo, desespero. Perseguição pelas nobres vontades, caminho feliz. Abre o sorrisão pela primeira fresta de luz que entra pelo dia - Chora para caralho - Grita. Excluí-se por inspirar cada respirada expirando as vísceras. Que não são vendidas em barracas como em Santarém. Mas neste intervalo de tempo e espaço a vaidade é vácuo. Não vende víscera, se não a própria vontade.
Por Favor. Não entendia respeito antes de enxergar a Rainha VerdeVermelha da minha primitiva dimensão: Densa leveza. A vontade é a semente mais próspera desta breve existência. O respeito à ela é cuidar da planta que nasceu ou não. Enxergar para não cegar, nego.
Vontade de morrer de tanta vontade. Amém.
Escrito por Camile Spring às 16h13
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